O que uma imersão de 16 horas em Azure me ensinou sobre AZ-104, Terraform e Kubernetes
Passei os últimos dois dias numa imersão de 16 horas como Arquiteto Azure, focada em Cloud e IA, com projetos reais e estudos de caso — nada de slide genérico de curso. Foi conduzida por Guilherme Maia, MVP Microsoft, pela High Expert.
O que mais me chamou atenção não foi nenhuma ferramenta isolada. Foi ver, na prática, como AZ-104 (administração do Azure), Terraform (infraestrutura como código) e Kubernetes (orquestração de containers) formam um conjunto — não dá pra dominar só uma dessas peças e chamar isso de arquitetura de nuvem completa.
AZ-104 garante que você sabe operar o ambiente: identidade, rede, armazenamento, monitoramento. É a base. Terraform entra depois, pra parar de configurar recurso na mão e passar a versionar a infraestrutura como código — o que significa poder recriar um ambiente inteiro de forma previsível, auditável, sem depender da memória de quem configurou. Kubernetes fecha o conjunto, orquestrando os containers que rodam em cima dessa infraestrutura, com escala e resiliência que configuração manual não entrega.
Na teoria, dá pra estudar cada um separado. Na prática, quando você está diante de um estudo de caso real — não um exercício didático simplificado — fica claro que eles se apoiam. Uma decisão de rede no AZ-104 afeta como o Terraform provisiona